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O provedor eleito, Adilson Zampieri

O empresário Adilson Zampieri (50), engenheiro civil por formação, foi eleito provedor da Santa Casa de Piracicaba para o triênio 2011/2014 durante a Assembléia Ordinária realizada no dia 21 de março de 2011.  Vice-provedor na gestão anterior (2008/2011), Zampieri conhecia bem a dinâmica de atuação da Irmandade, rotina vivenciada por ele também no período de 2002 a 2008, quando integrou a Mesa Diretora da Santa Casa como mesário.  A experiência junto à Irmandade permitiu-lhe traçar seu Plano de Gestão de forma a manter a austeridade e o dinamismo que vinham marcando a trajetória da Instituição nos últimos dez anos, período em que acompanhou de perto toda a movimentação da Mesa Diretora para prover o Hospital das melhorias e avanços necessários à sua evolução.

Plano de Gestão

Adilson Zampieri pautou os principais pontos de sua plataforma de trabalho para o triênio 2011/2014, diretrizes estabelecidas com base nas necessidades da San-ta Casa e na capacidade de investimento do Hospital. Com relação à estrutura física, a proposta foi formatada de forma a prever a reforma do Hospital Santa Isabel, dotando o espaço de uma hotelaria diferenciada; construção de um novo prédio para o Plano Santa Casa Saúde, ampliando os serviços de prevenção e assistência domiciliar; e im-plantação de um centro para cirurgias plásticas,  garantindo ao Hospital a estrutura necessária à prestação de atendimento diferenciado aos clientes deste segmento.

O novo provedor projetou também a melhora contínua dos serviços já existentes e, para isso, projetou investimentos ainda mais consistentes nas áreas de cardiologia, urologia e oncologia. A modernização do Hospital, prioridade para a Mesa Diretora, levou Zampieri a  anunciar ainda a intenção de renovar o parque tecnológico e incorporar novas tecnologias, aprimorando conhecimentos e processos com impactos diretos  no nível de segurança e conforto do usuário.  Na visão do provedor eleito, todas as ações devem convergir para a excelência do atendimento por meio de ações com foco na assistência humanizada. Neste contexto, o Plano de Gestão da Mesa Diretora eleita foi elaborado para evidenciar, sobretudo, a manutenção do processo de educação continuada, permitindo ao Hospital conquistar níveis de acreditação cada vez mais elevados.

A Mesa se propôs a atuar também para ampliar as parcerias com a iniciativa privada com vistas à melhoria da hotelaria das unidades que dispensavam atendimento pelo Sistema Único de Saúde-SUS, ratificando os valores e a missão da Santa Casa enquanto instituição filantrópica. Esse, aliás, foi um dos itens que ganhou destaque nas projeções feitas por Zampieri ao lembrar que todos os membros da Mesa Diretora trabalham voluntariamente, seguindo um ritual consolidado ao longo dos 156 anos de existência da Irmandade.

Em ata, ele registraria seu compromisso, sua disposição e orgulho em contribuir para que essa história prosseguisse com resultados cada vez mais promissores à Instituição e, consequentemente, às comunidades por ela atendidas. “A Santa Casa pertence à comunidade e a ela deve se dedicar com afinco, amor e perseverança. Espero contribuir com esta grande e valiosa missão”, disse.

 Pavão encerra gestão com grandes conquistas

João Orlando Pavão ingressou na Mesa Diretora da Santa Casa de Piracicaba em 1996 em atendimento a um convite do Dr. Antônio Dumit Neto, então diretor da Instituição. Três anos depois, em 1999, foi eleito provedor.

1999

No primeiro ano de sua gestão, Pavão cuidou de conhecer profundamente a estrutura hospitalar e estreitar laços com médicos e funcionários, ao mesmo tempo em que ia amadurecendo um estilo próprio de liderança. A Irmandade absorvia a grande demanda de atendimentos de Piracicaba e região e, naquele ano, articulou--se junto à Fehosp  para discutir a estratégia a ser adotada pelas filantrópicas, que organizavam ato público em Brasília em defesa da saúde. Enquanto isso, estimulava a realização de campanhas internas para redução dos custos hospitalares e investia na aquisição de máquinas para a Lavanderia, equipamentos para a UTI  e na amplia-ção da Maternidade.

2000

Teve início com a estruturação de programas preventivos, iniciativa que resultou também na reestruturação da Maternidade e do Hospital Santa Isabel, que passou a abrigar a Pediatria Monsenhor Rosa, garantindo maior grau de conforto e comodidade ao usuário.  O Hospital investiu também na ampliação de seu parque tecnológico adquirindo modernos equipamentos para a realização de cirurgias inovadoras e com o credenciamento da Instituição para captação de órgãos de doadores com morte encefálica constatada.

2001

Foi o ano dedicado à incorporação da informática aos procedimentos cirúrgicos e à revolução do conceito e das técnicas cirúrgicas por meio da reconstrução 3D.  Para isso, a Santa Casa apostou na qualificação de suas equipes e na importação de equipa-mentos para a UTI e para o Centro Cirúrgico.  Os investimentos proporcionaram, inclusive, a conquista junto ao Ministério da Saúde da classificação Nível III para a UTI Geral, o mais complexo. A Irmandade dedicou-se ainda à adequação de sua estrutura para instalação da Biblioteca Hospitalar e implantação do Projeto Mãe Canguru na UTI Neonatal. Também investiu na reestruturação do Lactário e na implantação do Centro de Prevenção e Promoção da Saúde do Santa Casa Saúde.

2002

Foi o ano em que o processo de humanização da assistência ganhou maior projeção com a inauguração da Brinquedoteca e ampliação do projeto Biblioteca Viva. A Instituição investiu também na reestruturação e ampliação de setores, a exemplo da reformulação do sexto andar do Hospital Sta Isabel para abrigar a UTI Pediátrica, da remodelação dos Pavilhões de atendimento SUS, da construção de prédio para abrigar o Pronto Socorro Cardiológico do EMCOR, da remodelação da Cozinha, ampliação da UTI Neonatal, adequação do Centro Cirúrgico e  reestruturação da Hemodiálise.  Foi o ano também em que João Orlando Pavão foi reeleito provedor, eleito membro da diretoria da Fehosp e, depois, presidente da Coordenadoria Regional da Fehosp/Piracicaba.

2003

Ficou caracterizado como o ano de repúdio ao SUS, pois o velho problema da defasagem da tabela SUS voltaria a assombrar as instituições filantrópicas, dificultando o equilíbrio das contas. Assim, semelhante ao que ocorreu em diversos pontos do país, a Santa Casa expressou seu descontentamento e preocupação através de ato público em frente ao Hospital. Enquanto isso, a Instituição prosseguia registrando uma série de avanços, como a realização do primeiro transplante renal cadáver da região, a elevação do número de leitos da Unidade Coronariana do Emcor, a implan-tação do Instituto de Urologia Clínica e o início das obras de construção do novo prédio do Centro do Câncer.

2004

Foi marcado pelo amplo movimento em reverência aos 150 anos da Santa Casa, processo que mobilizou e envolveu diversas entidades e órgãos representativos, culminando com a restauração do túmulo do comerciante português José Pinto de Almeida, fundador da Instituição em 1854, e na implantação do Museu da Santa Casa. O Hospital investiu também na aquisição de máquina para a Central de Esterilização de Materiais, instalou o terceiro elevador no Hospital Santa Isabel para atender as Unidades de Terapia Intensiva que seriam instaladas no sexto andar e adquiriu diversos equipamentos.

2005

O movimento que alteraria a concepção, o nível e o padrão da assistência médico-hospitalar na Santa Casa foi registrado em abril, quando a Instituição deu início a um amplo trabalho de gestão com vistas à acreditação hospitalar. O objetivo era atingir os padrões determinados pelas normativas da certificação e o resultado das ações desenvolvidas naquele ano levou a Fehosp  a indicar a Entidade como um dos hospitais-piloto de programa inédito desenvolvido pela CPFL Energia para revitalização de hospitais filantrópicos. Outra grande conquista foi a liberação de verba estadual, via DIR XV, para aquisição dos equipamentos necessários à instalação da primeira UTI pediátrica da região.

2006

Foi o ano em que a Santa Casa recebeu o Certificado de Acreditação – categoria Bronze, conferido pela CPFL/CEALAG através do Programa de Revitalização de Hospitais Filantrópicos. O título, destinado a hospitais que conseguiam atender as rígidas normas de qualidade e seguran¬ça e que se destacavam pela sua estrutura, capacitação profissional e padrão de atendimento, revelava o bom nível dos padrões de excelência, tornando a Instituição merecedora da confiança da população. O Hos-pital também investiu em educação continuada, instituindo o NADEP (Núcleo de Aprimoramento e Desenvolvimento de Pessoas) e o Setor de Controladoria Hospitalar para o levantamento e arquivamento de dados e  indicadores.

2007

Graças ao empenho de médicos, colaboradores e dirigentes, o Hospital, passou da acreditação nível Bronze diretamente ao Ouro. O ano foi marcado também pelo início de obras e projetos que propiciariam a instalação de um Centro de Reprodução Humana e a ampliação do Centro Cirúrgico. A Irmandade também instituiu a Comissão de Saúde Ambiental, o Programa de Gerenciamento de Resíduos e aderiu ao projeto ‘Plante Vida’, instituído pela Prefeitura para fortalecer o programa ‘Piracicaba Mais Verde’.  O Hospital implantou ainda sua Comissão de Hospitalidade, para ações lúdicas junto ao paciente hospitalizado de forma a reduzir o estresse causado  pela internação hospitalar.

2008

Teve início com a conquista do 2º Certificado de Acreditação Nível Ouro. A Santa Casa também comemorou os 15 anos do Santa Casa Saúde, implantou a Co-missão Intra-Hospitalar de Captação e Doação de Órgãos para Transplantes, efeti-vou a mudança da UTI Neonatal e da UTI Geral para o 6º andar do Hospital Santa Isabel, inaugurou o Centro de Reprodução Humana, as novas instalações do Centro do Câncer, reestruturou o Setor Pronto Atendimento e a Cozinha, inaugurou a sala pré-anestésica do Centro Cirúrgico e adquiriu 24 novas máquinas para a Hemodiálise. Também foi indicada pela Fehosp para sediar o lançamento do Projeto EDUCA-SUS, para educação à distância.  

2009

Foi o ano em que a Santa Casa inaugurou a primeira UTI Pediátrica da região; reestruturou o Centro Obstétrico e investiu na estrutura de atendimento da UTI e do Setor Pronto Atendimento através da aquisição de novos equipamentos. A Irmandade registrou ainda a aquisição de uma máquina para a Central de Esterilização de Materiais e duas máquinas para a Lavanderia. Também lançou a nova identidade visual que passou a simbolizar o esforço da Instituição em associar a tradição que sempre lhe foi peculiar à modernidade exigida por uma nova realidade de mercado, movimento que resultou na entrega do Título de Cidadão Praeclarus ao provedor João Orlando Pavão como forma de enaltecer seu desempenho à frente da Irmandade.

2010

Foi o ano em que, através do Santa Casa Saúde, a Santa Casa investiu na ampliação do Comitê de Saúde nas Empresas. Enquanto isso, a Irmandade ampliava o processo de qualificação da assistência, tornando-se uma das poucas entidades filantrópicas do país a se submeter à acreditação pela ONA- Organização Nacional de Acreditação. O Hospital registrou ainda a expansão de setores, como a Farmácia, a Maternidade e o Centro Obstétrico, deu início à troca total do telhado com colocação de manta protetora e instituiu o projeto Talentos da Casa, desvendando dons artísticos dos colaboradores. Na área científico-tecnológica, destaque para a troca de todos os focos de luz do Centro Cirúrgico, para a aquisição de equipamento pelo Departamento de Tomografia e Ressonância Magnética (IMEDI) e para os 20 anos do EMCOR.

2011

A Santa Casa abriu 2011 usufruindo dos benefícios proporcionados pela plataforma eletrônica que permitiu à Instituição adquirir 100% dos medicamentos que utiliza pela internet, modernizando sua gestão e economizando recursos. O hos-pital registrou também os avanços proporcionados pelo moderno sistema digital de raio-x em substituição ao sistema convencional de revelação de radiografias. A grande conquista, porém, foi a inauguração do novo prédio que, em março, passou a abrigar a Unidade de Hemodiálise (Clínica de Nefrologia). 

 

Quadro comparativo

Ao encerrar sua gestão em março de 2011, João Orlando Pavão orgulhava-se do profícuo resultado creditado à sua gestão. Quadro comparativo estabelecido en-tre os anos de 1999 e 2011 revelou que a quantidade de funcionários saltou de 920 para 1.439, aumento de 56,41% no período. O número de médicos também cresceu, passando de 234 para 295; assim como a quantidade de roupas lavadas, que saltou de 815.964 quilos para 1.188.098 quilos; e a quantidade de refeições servidas, que passou de 569.309 para 850.000.

O maior impacto, porém, considerando-se  a complexidade da assistência e a quantidade de atendimentos estaria no número de leitos. Em 1999, a Santa Casa dis-ponibilizava 330 leitos, 213 deles destinados ao SUS e 23 às unidades de terapia in-tensiva (UTIs). Em 2011, a Instituição contabilizava 358 leitos, 47 deles destinados às UTIs. O cálculo permite afirmar que, ao longo da gestão de João Orlando Pavão, a Santa Casa ampliou em 8,5% a quantidade geral de leitos e em 104% a quantidade

Pavão estava convicto de que a estratégia para manter o ritmo de crescimento acentuado da Instituição e fortalecer o respeito conquistado junto à comunidade estaria, de fato, no comprometimento de todos: Mesa Diretora, Administração, médicos, funcio-nários, serviços terceirizados, voluntários, comunidade, autoridades e poder público.

“Foi o que fizemos ao longo dos últimos 12 anos: conquistar parceriros em defesa de uma causa justa e fraterna, fortalecendo a história e a atuação de uma das instituições mais antigas do estado de São Paulo e que, graças a seus próprios méri-tos, revelaria-se também uma das casas de saúde mais respeitadas do país. Sinto-me honrado neste momento”, finalizou.

156 anos depois, a Santa Casa de Piracicaba hoje

Passados mais de 156 anos, a Santa Casa de Piracicaba honra a memória de José Pinto de Almeida, seu fundador, e mantém visão de futuro constituindo--se, hoje, num dos complexos hospitalares mais respeitados do país; referência para 27 cidades da região.

Estrategicamente localizada em área central, de fácil acesso e estacionamento próprio, reúne os mais diversos serviços em 60 mil metros quadrados de área, evitando que o paciente deixe o Hospital para exames e procedimentos.

Hospital terciário, mantém 358 leitos e serviços de alta complexidade que garantem, inclusive, a realização de cirurgias cardíacas, além de transplantes renais e de córneas. Seu Centro Cirúrgico é amplo, dotado de 13 salas, onde são realizadas em média 50 cirurgias todos os dias.

O respaldo a tamanho movimento é garantido por uma moderna e eficiente estrutura hospitalar que agrega Unidades altamente complexas como UTI para adultos, UTI Pediátrica, UTI Neonatal, Centro Obstétrico com Maternidade e trans-missão on line de partos, moderno laboratório, Central de Esterilização de Material modelo e moderna Lavanderia.

O avanço tecnológico é outra vertente deste crescimento e está presente também na atuação 24 horas do Serviço de Pronto Atendimento; do EMCOR - Ser-viço de Emergências do Coração e seu Centro de Hemodinâmica; do Instituto de Urologia; do Serviço de Imagenologia, com ressonância magnética e tomografia computadorizada; do Setor de Hemodiálise; do Centro do Câncer e da Clínica de Reprodução Humana.

Um complexo hospitalar gigantesco que realiza em media 20 mil atendimentos/mês e cuja experiência e credibilidade têm proporcionado campos de estágios para escolas de ensino superior nas áreas de enfermagem, fisioterapia, psicologia e nutrição. Um respeito tão grande que levou para dentro do Hospital também o Hemonúcleo Regional, o Banco de Olhos de Piracicaba e a Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas.

Mas nem só de alta tecnologia se faz o bom atendimento médico-hospitalar. O segredo está no dia-a-dia e na motivação de uma equipe composta por mais de 1.400 colaboradores e 295 médicos altamente especializados. Todos comprometidos com o processo de evolução científica e qualificação profissional que levam à humanização do atendimento.

Profissionais que se dedicam de corpo e alma para projetar e atender as expectativas e necessidades dos clientes em cada gesto; em todas as atividades, desempenhadas para que o usuário e sua família tenham sempre a melhor acolhida. Para isso, o Hospital investiu em aspectos voltados à humanização da assistência, mantendo uma série de programas e projetos que passaram a contar, inclusive, com o auxílio de voluntários para atuar junto à Brinquedoteca, à Biblioteca Viva, à Pastoral da Saúde, à Capelania Evangélica, ao Grupo de Vicentinas e ao Grupo de Vicentinas e ao Grupo Clown Manutenção do Riso.

A atuação do Hospital na última década foi tão expressiva que a Federação dos Hospitais do Estado de São Paulo escolheu a Santa Casa de Piracicaba como uma das parceiras do Projeto EDUCASUS para educação à distância. A Irmandade também foi indicada como parceira do Estado em projeto modelo de revitalização de hospitais, garantindo à Instituição a certificação nível ouro, conferida pela excelência dos serviços prestados.

Mas, como qualidade é sinônimo de um processo contínuo de aperfeiçoa-mento, o plano estratégico da Santa Casa de Piracicaba propõe um nível de excelência ainda maior, impondo ao Hospital o desafio de buscar, sempre, certificações de qualidade cada vez mais abrangentes. Um cenário no qual o aprimoramento tecnológico, o conhecimento científico e a qualificação profissional com vistas à humani-zação da assistência são constantes e fundamentais à filosofia do Hospital.

Tudo isso com apoio irrestrito do Santa Casa Saúde, plano de assistência médico-hospitalar que coloca ao alcance de seus usuários os benefícios e avanços proporcionados pela Medicina através de seu Centro de Prevenção e Promoção de Saúde, espaço onde qualidade de vida associa-se às ações preventivas promovidas por um amplo e completo Programa de Saúde Inteligente e por um atuante Comitê de Saúde nas Empresas.

É assim que a Santa Casa de Piracicaba alimenta a cada dia a Missão de “promover a saúde por meio de assistência hospitalar especializada de forma humanizada”.

É assim que a Irmandade projeta seus Valores, voltados à “ética, à transparência, à humanização, ao comprometimento, à valorização profissional, ao compromisso com o meio ambiente e ao estímulo à fraternidade.

Relação de provedores da Santa Casa

1854 a 2011

1. Emygdio Justino D´Almeida Lara (1858/1859)

2. Joaquim D’Almeida Leite Moraes (1859/1864)

3. José Viegas Muniz (1864/1869)

4. Joaquim D’Oliveira Cezar (1869/1873)

5. Estevão Ribeiro de Souza, o Barão de Rezende (1873/1974)

6. Padre João Lopes Rodrigues (1874/1883)

7. Major Fernando Ferraz D’Arruda (1883)

8. João Baptista da Rocha Conceição (1883/1887)

9. José Fernandes D’Almeida Barros (1887/1889)

10. Comendador Miguel Gonçalves de Arruda (1889/1891)

11. Antônio Teixeiras Mendes (1891/1898)

12. Barão de Rezende (1898/1909)

13. Francisco Antônio de Almeida Morato (1909/1910)

14. Antônio Augusto de Barros Penteado (1910/1915)

15. Oscarlino Dias (1915/1920)

16. Coriolano Ferraz do Amaral (1920/1946)

17. Nelson Meirelles (1946/1963)

18. Waldomiro Perissinotto (1963/1965)

19. Francisco Munhoz (1966/1969)

20. Fleury Bottene (1969/1972)

21. Comendador Antônio Romano (1972/1984)

22. Ide Choairy (1984/1990)

23. Joaquim Mário Pires Ferreira (1990/1999)

24. João Orlando Pavão (1999/2011)

25. Adilson Zampieri (eleito em 2011)

 













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